Pintei este quadro como uma homenagem a Vincent van Gogh, o pintor dos girassóis, dos ciprestes flamejantes e das estrelas rodopiantes, que durante sua vida não foi compreendido e quase não recebeu atenção. Como nenhum outro antes dele, ele encheu suas obras de uma paixão avassaladora, que influenciou e inspirou profundamente as gerações de artistas que vieram depois dele. É dele uma frase que me sustentou ao longo de todos esses anos da minha vida de artista:
“Sinto em mim uma força que preciso desenvolver,
um fogo que não deve ser sufocado,
mas que devo alimentar, embora eu não saiba
aonde ele me levará.”

